Uma notícia publicada no dia 30 de novembro do ano passado pegou muita gente de surpresa: a Microsoft tinha ultrapassado a Apple no ranking das organizações de preço elevado de mercado do mundo. Mas o gráfico das ações da Microsoft conta uma história bem diferente. Há 5 anos sob o comando do indiano Satya Nadella, somente o terceiro presidente de uma companhia que está prestes a comemorar quarenta e quatro anos de existência, a Microsoft vem passando por uma das maiores modificações de sua história. Na sua primeira aparição pública na liderança da organização fundada por Bill Gates, Nadella conversou de um futuro em que a computação em nuvem, a inteligência artificial e a mobilidade viriam em primeiro lugar.
Em termos concretos, o efeito até neste local é uma ação que vale quase o triplo de 5 anos atrás. Um indicador talvez mais importante seja o ânimo, que não pode ser medido com números, no entanto tem embate pela hora de contratar e de reter talentos, de energizar os funcionários e de cristalizar a visão que vem do topo. Como Exame constatou numa visita à sede da Microsoft no encerramento do ano passado, o clima é de otimismo.
Ou como diz o francês Jean-Philippe Courtois, há 34 anos na corporação e um dos principais executivos da equipe de Nadella: “Voltamos a ter aquela atitude do desafiador”. O serviço de computação em nuvem Azure é o superior símbolo da nova Microsoft. A venda de licenças de programas como Windows e Office ainda é responsável por uma fatia considerável do faturamento e pelo grosso dos lucros. Mas o crescimento — e, pela visão de Nadella, o futuro da tecnologia digital — está nos serviços de “computação por assinatura”.
O Azure é uma rede de mais de 100 data centers espalhados pelo mundo. Os clientes, de startups recém-fundadas a multinacionais, pagam conforme o exercício da infraestrutura. Isso vai desde serviços tão acessível, como comprar espaço para armazenar detalhes, até o uso de aplicações sofisticadas de inteligência artificial. Julia White, responsável pelo tudo o que se expõe à computação em nuvem na corporação, diz que a transformação perante Nadella foi essencial pro sucesso nessa nova divisa dos negócios. “A corporação era muito insular e rígida”, diz Julia, há 17 anos na Microsoft.
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O que era quase uma curiosidade na gestão anterior se tornou o motor do progresso da Microsoft de hoje. Em 2015, as receitas do Azure eram de “apenas” 1 bilhão de dólares. Em 2020, a expectativa é que elas cheguem a 22 bilhões. O Azure e outros serviços por assinatura, como o pacote Office 365, estão mudando a narrativa de uma Microsoft antes destinada à insignificância — a morte mais dolorosa pra corporações de tecnologia.
Considere o modelo do Uber. O aplicativo de transporte criou um tipo de autenticação baseada em reconhecimento facial pra garantir que os motoristas do serviço são efetivamente quem dizem ser. Senhas são com facilidade compartilhadas, mas rostos são únicos. O motorista tira uma selfie de tempos em tempos e o aplicativo do celular conecta-se com um sistema de inteligência artificial da Microsoft para fazer a conferência.